Plano de Workshops 2009|2010 >>
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>>>> OFICINAS
. ATELIER DE FOTOGRAFIA PARA AVÓS, PAIS E NETOS “MEMÓRIAS DA MINHA TERRA”
A proposta para este atelier consiste em pedir aos participantes uma recolha de imagens antigas de Vila do Conde existentes nos seus álbuns de família, ou pedidas aos seus vizinhos e familiares. Todas as imagens recolhidas serão digitalizadas e utilizadas como ponto de partida para fotografar esses sítios ou pessoas, mas nos dias de hoje. Reencontrar esses espaços e fotografar a sua transformação é o que aqui se propõe. É depois criado um blogue com as imagens antigas e as actuais fotografadas pelos participantes. Este blogue de memórias funciona como mais um meio de conhecimento e divulgação das histórias da cidade. Esta oficina pode integrar ainda uma exposição com os resultados finais (opcional).
Público-alvo: avós, pais e netos | 14 participantes [máx.]
Duração: 7 sessões x 3 horas
Dinamizadores: Margarida Ribeiro
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. RETRATOS DE FAMILIA: RECONSTITUIÇÃO DO FOTÓGRAFO DE RUA/INSTALAÇÃO
Nesta proposta pretende fazer‐se uma espécie de reconstituição do retratista de rua. A partir de uma moldura vazia (sem fundo), vão enquadrar-se os retratados numa paisagem de fundo. As pessoas fotografadas poderão depois levar para casa as respectivas imagens em formato digital. Estas imagens serão ainda impressas e coladas num suporte de PVC, com o objectivo de serem penduradas numa árvore. O objectivo é que esta instalação funcione como uma espécie de árvore genealógica das famílias que participam na actividade. Na desmontagem da instalação, os participantes poderão levantar esta versão impressa dos seus retratos de família.
Público-alvo: dos 6 aos 12 anos
Duração: 2 sessões x 4 horas [1 fim-de-semana] + montagem/desmontagem instalação
Dinamizadores: Margarida Ribeiro e Miguel Filipe
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ATELIER DE FOTOGRAFIA “FOTOGRAMAS DE RENDAS DE BILROS”
Chamam-se “fotogramas” às impressões obtidas pela colocação de objectos entre a fonte de luz e o papel fotográfico. Fotogramas são, por isso, as fotografias produzidas sem intervenção de uma máquina fotográfica. Cada fotograma é único, original, e não uma cópia. O atelier que se apresenta nesta proposta consiste na realização de fotogramas temáticos. Inicialmente são produzidos fotogramas em dimensões pequenas (18×24 cm) para a compreensão do processo. Na fase seguinte, realizam-se fotogramas de maiores dimensões e um fotograma colectivo final, com várias peças que, todas juntas, numa espécie de puzzle, formam um exemplar gigante. O atelier termina com a realização de uma exposição dos fotogramas realizados.
Público-alvo: público em geral
Duração: 5 sessões x 3 horas
Dinamizadores: Margarida Ribeiro
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. OFICINA DE ARTES DO CIRCO
O malabarismo, o monociclo, o equilibrismo, a acrobacia, a escultura de balões e o palhaço integram o programa desta iniciativa. São proporcionados os primeiros contactos com as artes do circo e realizados exercícios e jogos de expressão corporal e dramática, que estimulam o desenvolvimento das capacidades preceptivas, corporais e criativas dos participantes.
Público-alvo: crianças e jovens
Duração: 2 sessão X 3 horas
Dinamizadores: Pedro Correia
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. ATELIER DE ILUSTRAÇÃO E DECORAÇÃO PARA CRIANÇAS
Neste atelier são apresentados desenhos para colorir. As crianças aprendem como colorir e decorar as formas. No final, penduram os desenhos num estendal entre as árvores e mostram o resultado numa exposição ao ar livre.
Público-alvo: dos 3 aos 10 anos
Duração: 2 sessão X 3 horas
Dinamizadores: Catalina Chirila
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. ATELIER DE PINTURAS FACIAIS
O atelier de pinturas faciais pretende colorir os rostos de crianças e adultos. Com as caras pintadas é mais fácil desenvolver momentos descontraídos de brincadeira e de partilha e, dessa forma, incentivar o espírito criativo e estético. As cores, as formas e os desenhos permitem o uso da imaginação e do sonho.
Público-alvo: dos 3 aos 10 anos
Duração: 2 sessão X 3 horas
Dinamizadores: Catalina Chirila
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. ATELIER “BRINCADEIRAS DE OUTROS TEMPOS: AS CABANAS”
Apresenta-se nesta proposta um workshop/atelier onde se aprenda – na teoria e na prática – a construir uma cabana, aproveitando os meios que a natureza oferece, mas também reciclando materiais do próprio espaço. O que é uma cabana? Se perguntarmos a algum adulto que tenha passado a sua infância perto de uma mata ou bosque, certamente o saberá, do tempo em que, com os amigos, construía esse fantástico espaço pessoal e protector. Se fizermos a mesma pergunta a uma criança de hoje, apenas conhecerá este “objecto” pelas aventuras vividas por outras crianças, como personagens de desenhos animados ou de contos tradicionais. Há muitos tipos de cabanas, desde as rudimentares palhoças de canas às sofisticadas casinhas de árvore, com janelas e varandim. No entanto, o mais importante numa cabana não é a sua estética, mas antes a sua garantia de privacidade e a argúcia da sua concepção. Por isso não existem duas iguais.
Público-alvo: dos 6 aos 10 anos
Duração: 1 sessão X 5 horas [fim-de-semana: 2h manhã + 3h tarde ]
Dinamizadores: Paulo Azevedo e Miguel Filipe
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. WORKSHOP “STENCIL ART”
A ideia deste workshop é transportar a técnica de stencil, muitas vezes utilizada como ferramenta de intervenção urbana, para aplicações decorativas. Pretende-se que os participantes aprendam não só a desenvolver esta técnica, como também a aplicá-la a diversos materiais e objectos a que normalmente o stencil não está associado, como telas ou objectos de decoração do quotidiano.
Público-alvo: dos 13 aos 18 anos
Duração: 3 sessões x 3 horas
Dinamizadores: Geovane Souza
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. ATELIER DE DESENHO COM LUZ, COM REGISTO VÍDEO E FOTOGRAFIA
Este atelier tem como objectivo desenhar com a luz no espaço, usando os suportes de registo vídeo e fotografia, a partir da escrita e de desenhos livres. O uso da linha e do arrastamento permitem criar desenhos com várias formas e escrever palavras e frases no escuro. Pretende-se com este atelier uma aproximação à luz como essência da imagem e à palavra como ponto de partida para a expressão pessoal e para a sensibilização poética.
Público-alvo: dos 13 aos 18 anos
Duração: 1 sessões X 6 horas
Dinamizadores: Paulo Pinto e Mafalda Martins
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>>>> ESPECTÁCULOS
. ”E SE…”
A vida é um circo. Um palhaço que nasce para um novo mundo. A liberdade a conquistar. A simplicidade de existir. Estes são os fios condutores para o espectáculo “E se…”. A vida de um palhaço que nasce, depois de preso num espaço embrionário, para uma descoberta de um mundo misterioso e diferente, onde se pretende equilibrar, marca a abertura da peça. O final, esse, depende da interacção da assistência, convidada a participar. O espectáculo aborda diferentes linguagens: o movimento, o teatro, a música e as técnicas circenses.
Criação e interpretação: Pedro Correia
Público-alvo: público em geral
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. “O SOM DAS ESTRELAS”
Uma estrela cadente foge da rotação normal do universo e desagua no planeta Terra. Descobre um mundo diferente e novo. O andarilho-estrela é acompanhado por um músico que produz sons do cosmos. O andarilho-estrela e o músico ocupam o espaço, jogam, dançam e interagem com os transeuntes. Momentos de poesia musical e visual surgem a cada momento.
Ideia original e direcção: Pedro Correia
Criação e Interpretação: Pedro Correia e Miguel Filipe
Música original: Miguel Filipe
Público-alvo: público em geral
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. “IRMÃOS ESFEROVITE –BANDA DE PALHAÇOS”
Os Irmãos Esferovite são uma família de palhaços, onde a música, o humor e o circo se cruzam. A interacção com o público é uma das suas maiores armas de diversão. Um quarteto de palhaços surpreende as audiências com números de malabarismo, equilibrismo, acrobacia e um reportório musical composto por músicas originais e versões, que passam pelo o universo da banda desenhada e do circo.
Entre várias outras participações, os Irmãos Esferovite integraram as comemorações do Dia Mundial da Criança e do Ambiente no Museu de Serralves (Porto), o Festival Sai prá Rua (Valença), o Festival Internacional de Teatro É-Aqui-In-Ócio! (Povoa de Varzim), o Festival “E se esta rua fosse minha..” (Porto), o Festival “MeiodiaMeianoite (Porto), o VI Festival Internacional Dixieland (Cantanhede), o Festival de Bandas de Calle HAIZETARA 09 (Bizkaia, Espanha) e o Encontro de Embarcações (Monforte de Lemos, Galiza, Espanha).
Direcção Artística: Pedro Correia
Palhaços/Músicos:
André Teixeira – saxofone
André Lima – guitarra
Luís Almeida – percussão
Pedro Correia – buzinas, apitos, malabarismos e afins
Público-alvo: público em geral
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. “VOU POR ALI RÉGIO”: SONOPLASTIA PARA UM POETA
“Vou por ali Régio” surge por entre ruas e cruzamentos. O poeta declama Régio como se de ruas se tratassem. O sonoplasta retrata a envolvência do cruzamento. O processo decorre da seguinte forma: o sonoplasta visita a Casa do José Régio, captando os sons envolventes e ambientais durante 3 a 4 dias. O poeta acompanha o processo. Depois fundem‐se as ruas e os cruzamentos de uma forma livre e experimental, como Régio assim o quer. E no final resulta uma performance-concerto.
Direcção Artística: Miguel Filipe e João Vasques
Público-alvo: público em geral
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. LEVANTAMENTO SONORO E VISUAL NO MUSEU DAS RENDAS: CONCERTO/LIVE ACT
Com este projecto pretende recolher-se a documentação visual e sonora da tradição vilacondense das rendas de Bilros. São registados os sons produzidos pelas rendilheiras no seu trabalho: o dedilhar dos bilros, as conversas, as cantigas tradicionais. Os sons captados são depois o ponto de partida para a realização de composições musicais contemporâneas, produzidas com instrumentos electrónicos, onde se funde a tradição do passado com a inovação do presente/futuro. Em paralelo, são fotografadas os métodos de trabalho das rendilheiras. Estas imagens são depois trabalhadas em sequência, mostrando os movimentos inerentes à produção das rendas de Bilros. Este trabalho resulta num filme sobre o trabalho das rendilheiras baseado em imagens fotográficas, com uma banda sonora original produzida para o efeito e também ela baseada no universo dos Bilros.
Fotografia: Margarida Ribeiro
Som: Miguel Filipe
Público-alvo: público em geral
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>>>> INSTALAÇÕES/PERFOMANCES
. “HOJE HÁ GREVE” [INSTALAÇÃO/PERFORMANCE]
Esta instalação/perfomance promove uma reflexão sobre alguns pensamentos filosóficos de Agostinho da Silva sobre o trabalho: a condição do homem, a sua relação com a tecnologia e a obrigatoriedade de trabalhar.
Textos e inspiração: Agostinho da silva
Ideia original e direcção artística: Pedro Correia
Interpretação: Pedro Correia e Sérgio Cardoso
Público-alvo: público em geral
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. SITE SPECIFIC “IMPRESSO IMPROVISO”
O impresso Improviso é um projecto site specific, que pode ser realizado numa parede ou em painéis amovíveis. No local do evento é instalado um pequeno estúdio, onde são fotografadas pessoas e objectos, que vão passando pelo espaço no dia do happening. As imagens que são depois tratadas, impressas e coladas num mural in loco. Os temas vão variando consoante as intervenções, mas desenrolam-se em torno das temáticas do tempo, do consumo, do homem enquanto produto, dos limites da vida contemporânea. Todo o trabalho é feito no tempo presente.
Público-alvo: público em geral
Duração: 1 ou 2 sessões x 6 ou 12 horas
Dinamizadores: Geovane Souza, Ana Pereira, Mafalda Martins
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Atelier “FOTOGRAMAS DA NATUREZA”
O atelier que se apresenta nesta proposta consiste na realização de fotogramas temáticos, utilizando elementos do parque. Os participantes irão á procura de elementos para a produção dos fotogramas, tais como folhas, flores e outros objectos relacionados. Inicialmente serão produzidos fotogramas em dimensões pequenas (18x24cm). Depois da compreensão do processo, realizar-se-á um fotograma colectivo com maiores dimensões, em várias peças que, todas juntas – uma espécie de puzzle – formarão um fotograma gigante. No final, organiza-se a exposição dos fotogramas num local a definir.
Público-alvo: 6 aos 14 anos
Duração: Versão 1: 5 sessões x 3 horas | Versão 2: 1 sessão única x 4 horas
Formadores: Margarida Ribeiro e Miguel Filipe
Atelier “ABC DA FOTOGRAFIA”
Partindo do princípio que a câmara fotográfica pode ser encarada como um lápis ou um pincel, este atelier para crianças vai promover, de forma lúdica e interactiva, a escrita de palavras simples, recorrendo à apropriação de objectos do quotidiano e de formas naturais.
Estes recursos completam-se com as ferramentas indispensáveis da fotografia contemporânea: câmaras digitais compactas, computador e impressora digital para impressão de resultados.
Público-alvo: dos 6 aos 12 anos
Duração: 1 sessão de 3 horas
Formador: Cesário Alves
Atelier “AUTO-RETRATOS A BRINCAR”
Este atelier vai utilizar a câmara fotográfica digital compacta e o scanner de mesa (digitalizador) de uma forma pedagógica, criativa e divertida, incentivando o uso das suas potencialidades pictóricas como instrumentos de manipulação da luz, na criação de auto-representações dos seus participantes.
Público-alvo: dos 6 aos 12 anos
Duração: 1 sessão de 3 horas
Formador: Cesário Alves
Atelier “O PALHAÇO E TUDO À VOLTA”
O palhaço é o íntimo da pessoa, que faz rir e emocionar os outros. O palhaço não é uma personagem, é uma dilatação da ingenuidade e do ridículo, procurando a comicidade contida em cada indivíduo.
Com esta oficina, pretende-se descobrir o próprio palhaço e fundir o movimento, a poesia, a música e algumas técnicas circenses, como o malabarismo, a acrobacia e a escultura de balões, através da experimentação e da criatividade de cada um.
Público-alvo: crianças e jovens
Duração: 2 dias / 3 horas por dia
Formador: Pedro Correia
Atelier “O LIXO TAMBÉM TEM CORAÇÃO”
Neste atelier pretende-se desenvolver diferentes formas de expressão, tendo sempre como base a reciclagem de materiais (cartão, plástico, tecidos, madeiras…), designadamente promover montagens feitas com recortes de revistas e jornais, produção de cadernos e realização de pasta de papel para construção de diferentes objectos (bonecos, candeeiros, castiçais, instrumentos musicais). No final do atelier é realizada uma exposição/mostra dos objectos criados no atelier. Um dos objectos a produzir é um espanta-espíritos gigante para integrar na paisagem exterior.
Público-alvo: 6 aos 14 anos
Duração: Versão 1: 6 sessões x 3 horas | Versão 2: 1 sessão única x 4 horas
Formadores: Margarida Ribeiro e Miguel Filipe
Atelier “ESCREVER NA PAISAGEM”
É possível através da desconstrução do suporte da escrita motivar miúdos e graúdos a intervirem e se expressarem na paisagem. É possível através da escrita, partindo do universo da poesia, e assim introduzindo a linguagem abstracta e a sensibilidade estética, motivar miúdos e graúdos à expressão pessoal. É possível através da escrita na paisagem divulgar uma mensagem de valorização e respeito pela natureza. É ainda possível reunir estes três componentes e escrever sobre a paisagem: a paisagem como caderno ou folha, a poesia como forma de expressão e escrita e a natureza como matéria-prima e inspiração.
Público-alvo: dos 8 aos 80
Duração: 1 sessão / 3 horas
Formador: Mafalda Martins


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